sábado, 11 de fevereiro de 2012

Adeus vontade de doces !!!!!!!

Gymnema Sylvestre GS4

É um extrato seco a 75%, das folhas da Gymnema sylvestre, planta da família Asclepiadaceae, natural das florestas tropicais das áreas central e sul da Índia, e também na África. Seu uso já fora descrito, como diurético, adstringente, tônico, estimulante cardíaco, circulatório e urinário, entre outros.

Pesquisas mais específicas, no entanto, demonstraram que as folhas da Gymnema sylvestre, possuem entre outras substâncias, o Ácido Gimnêmico, farmacologicamente ativo, responsável pelas propriedades hipoglicemiantes, anti-diabéticas e adaptogênicas da planta.

A Gymnema sylvestre é portanto, capaz de reduzir a concentração de glicose (glicemia), mediada por estímulo direto à liberação de insulina, ou estímulo de um ou mais hormônios entéricos, responsáveis pelos sinais insulinogênicos, promovendo assim, consequente liberação de insulina.

Como resultado da atividade insulinotrópica da Gymnema sylvestre, há um aumento da atividade de enzimas insulino-dependentes, favorecendo a predominância do processo de glicólise sobre a gliconeogênese (formação de glicose ou glicogênio a partir de substratos que não são carboidratos).

E ainda, através de sua propriedade adaptogênica, promove-se a homeostase da glicose sanguínea, pelo aumento dos níveis de insulina sérica, por regeneração/reparo das células beta das ilhotas de Langerhans no pâncreas, responsáveis pela produção e secreção interna de insulina.

O desequilíbrio do metabolismo de açúcares e gorduras do organismo, que ocorre na diabetes devido à baixa performance da insulina, é um dos principais mecanismos que resultam na polifagia (descrita na diabetes), bem como na deposição excessiva de gordura no organismo.

A Gymnema sylvestre é indicada como um nutriente auxiliar em indivíduos obesos, particularmente aqueles que desenvolveram a diabetes na maturidade (tipo II). Melhorando a sensibilidade do organismo à insulina e corrigindo a resistência à insulina, a Gymnema sylvestre pode reduzir a gordura corporal e aumentar a termogênese, mecanismo auxiliar na perda do excesso de peso. Além disso, o efeito insulinotrópico da Gymnema sylvestre, pode levar a um efeito redutor do apetite, incluindo a diminuição do apetite por doces.

Gymnema sylvestre é portanto, indicado como adjuvante no controle da obesidade e manifestações decorrentes, na regulação dos metabolismos de açúcares e gorduras do organismo. Também tem importância na terapia da diabetes, auxiliando no retardo das complicações secundárias ligadas à mesma.


Pó verde higroscópico, de sabor amargo
Solúvel em água e soluções hidro-alcoólicas
É indicado por via oral em doses de aproximadamente 150 mg/dia, divididas em 2 vezes; podendo chegar até 400 mg, dependendo do caso.

Por ser natural, este extrato de Gymnema sylvestre não apresenta efeitos colaterais tóxicos, como os resutantes do uso de drogas anorexígenas, ou hipoglicemiantes orais. Não oferece risco de crises hipoglicêmicas refratárias, que podem levar ao coma e morte. Também não causa complicações cardiovasculares.

Conservar em frascos bem fechados ao abrigo do calor e umidade.

É a fitoterapia no auxílio ao emagrecimento...

Bruno Out !!!!!!!!!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Eu sou um campeão! (I am a champion) LEGENDADO - PT-BR

IMPRESSIONANTE !!!!!!!!!!!! SE VC NÃO SE MOTIVAR AO VER ESSE VÍDEO
ENTÃO COMECE A REVER SEUS CONCEITOS DE VIDA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

BRUNO OUT !!!!!!!!!!!!!!!!


domingo, 29 de janeiro de 2012

INSULINA !!! APRENDA A TÉCNICA ;)


COMO USAR PARA FINS DE CRESCIMENTO

Assim que você terminar seu treino com pesos (aeróbico não tem nada a ver), corra pra casa e tome sua dose.
Não pare para conversar com ninguém... vai direto pra casa.
Chegando em casa, se for a sua primeira vez usando insulina, aplique só 4 UIs.Aumente 1 UI a cada treino até chegar a 10 UIs e então siga uma das duas opções de dieta abaixo:




DIETA 1


1. 5 min. depois da aplicação IM, 85g de dextrose ou maltodextrina, 5g de glutamina e 7g de creatina.

2. 35 min. depois da aplicação IM, 80g de whey (use a isolada de preferência).

3. 105 min. (1h 45’) depois da aplicação IM, 25g de dextrose ou malto e 150g de peito de frango.

DIETA 2

1. 10 min. depois da aplicação IM, ingira uma quantidade apropriada de dextrose ou malto* juntamente com 5g de glutamina e 7g de creatina, 65-90g de whey isolada diluída na água - aqui no Brasil só recomendo a Iso Protein da Integralmédica e a Isopure da Nature´s Best (prefiro a Iso Protein porque tem muito menos sódio). Se a grana estiver muito curta mesmo a saída é a boa e velha albumina pura. É zero de carbo e os níveis de gordura são irrelevantes. A qualidade da proteína oriunda da clara do ovo é quase tão eficaz do que a do soro do leite (whey) e o custo é bem inferior.

2. Somente uma hora após a aplicação faça então a sua refeição pós-treino. Essa deve ser com comida (nada de shakes). Bote pra dentro de 40g a 50g de proteína (frango, clara de ovo, atum ou carne vermelha) e de 40g a 50g de carboidratos simples e complexos (basicamente batata, arroz, massa, legumes, etc.).

3. Evite gordura a qualquer custo nessa refeição e pelas próximas duas horas e meia. Lembre-se que a Insulina transporta Carboidratos e Proteína a uma taxa altíssima e isso inclui as gorduras. Considere-se avisado.

*Calibre a sua dose de dextrose ou malto de acordo com a quantidade de UIs de Insulina. Faça 10g de carbo para cada Ui de insulina. Portanto se você estiver fazendo 7 UIs, consuma 70g de dextrose ou malto. Essa é a base. Daí pra frente você aumenta ou diminui de acordo com o seu objetivo (crescer ou secar).
Para off-season (para volumizar muito), aumente a ingestão de carbo para 12 g/UI somente na sua refeição sólida e o crescimento será gritante. É claro que a partir daí você assume o controle da sua experiência e você vai graduando de acordo com o seu simancol.

Pré-contest (para crescer sem reter ou engordar), uma vez que você já estiver aplicando 10 UIs e tudo estiver correndo bem, sem efeitos colaterais indesejados, comece a diminuir lentamente a relação Insulina / carbo somente na sua refeição sólida.
Se você se sentir “estranho”, significa que você diminuiu muito o seu carbo que varia de pessoa pra pessoa. Eu sinto um comecinho de hipoglicemia a 7g / UI. Alguns fisiculturistas que conheço conseguem descer até a 5g/ UI. Vá com calma e não insista. Então se a sua pergunta é: Dá pra secar fazendo Insulina? Eu respondo, sem pestanejar: É óbvio que sim !!! O aumento significativo na ingestão de carbo acontece somente há 10 minutos após a aplicação e mais nada. No mais o seu consumo de carbo fica reduzido para uma faixa de 70 g a 100 g na refeição sólida e acabou... se você quiser fazer zero carbo a partir daí, nada muda porque a insulina já está saindo do seu sistema e não há mais risco, Ca piche!

Competidores fazem insulina poucas semanas antes do show para assegurarem a sua massa magra que corre o risco de depletar em função do baixo consumo de carboidrato e sódio. São inúmeros os casos que já vi do cara estar muito bem semanas antes e de repente deu um revertério que fez com que ele entrasse liso e pequeno.

SUPLEMENTOS
Os preferidos dos profissionais enquanto a Insulina ainda está ativa:

AAKG (L-Arginina-alpha-ketoglutarato) 2g antes do treino e 3g com o shake pós-aplicação.
CEE (creatina etil Ester) 1g com o shake pós-aplicação.

INDISPENSÁVEL PARA SER FEITO ANTES DE COMEÇAR A USAR INSULINA
Compre um medidor de glicose. Senão esqueça a Insulina.
Uma vez de posse do seu medidor, cheque seus níveis assim que acordar. Essa vai ser a sua linha base pessoal. Faça essa verificação por alguns dias para saber qual é a sua média.

Seria interessante se você comesse como se estivesse fazendo Insulina e checasse o seu BG após o treino. Faça isso somente uma vez, 15 min. após o seu drink de dex/whey. São precauções que podem salvar a sua vida.


NÍVEIS DE GLICOSE NO SANGUE
Verifique assim que acordar (jejum de 8 horas ou mais)

De 70 a 110 mg/dl – normal.
De 110 a 126 mg/dl – nível incomum. Significa que você tem de monitorar com freqüência e prestar atenção para não se tornar num problema.
Acima de 126 mg/dl – Você é diabético

Por Antônio Vilhena

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O ciclo da dieta cetogênica !!!!!!

O que você consideraria ser a dieta perfeita do bodybuilding?

Se tal coisa existisse iria atender aos seguintes critérios:


Permite construir massa muscular sem acumular gordura quando você cresce (bulking). Você vai ficar magro durante todo o ano.



Permite que você perca gordura sem perder músculos quando vai definir (cutting).

Induz um aumento na produção de hormônios anabólicos naturalmente (sem complementos).

O que significaria para você e seus objetivos no bodybuilding, se esta dieta não fosse algo que existisse só em contos de fadas?

Você pode ter ouvido esta estratégia antes, mas não deu bola . Eu aconselho você a manter uma mente aberta e testá-la por si mesmo.


ORIGENS E MÉTODO

Esta dieta não se originou de mim, claro. No entanto, por causa do enorme impacto que tiveram sobre os meus resultados, eu me sinto obrigado a partilhá-los com tantas pessoas quanto possível. Gostaria de creditar as seguintes pessoas pela sua sabedoria antes de eu ir mais longe:

Dr. Robert Atkins (Doutor em nutrição. Pioneiro nos estudos sobre o perigo do consumo de deitas a base de carboidratos. Foi o primeiro defensor do Low carb).

Anthony Colpo (Bodybuilder low carb,criador do fat loss bible.)

Lyle Mcdonald (Atual fisiologista PHD de renome mundial defensor de dietas Cetogenicas)

Daniel Duchaine (Guru da nutrição até os anos 90,criador do livro bodyopus, com dieta CKD voltada para atletas.)

Christian Thibaudeau (Díscipulo de Charles Poliquin, defendor da ciclagem de carboidratos para maximos efeitos anabólicos)

Charles Poliquin (O maior treinador do mundo na atualidade, prepara os melhores atletas campeões mundiais com dietas low carb. Acredita que o grande vilão da humanidade contra os perigos da obesidade, é o consumo de dietas a base de carboidratos).

Vince Gironda (Um mito. Muitos acreditam ter sido o maior treinador que já existiu. Um homem a frente do seu tmepo, que em meados dos anos 70 já declarava o consumo anormal de carboidratos na dieta, e que os mesmos deveriam somente ser ciclados em poucos dias para maximizar o anabolismo.)

Dr. Mauro Di Pasquale (Renomado atleta de levantamento de peso e um dos maiores gurus dietistas do

mundo atual, criador da dieta Metabólica e a Solução Anabólica para o Fisiculturista).

Gary Taubes (Atual cientista, especialista em desmascarar mitos relacionados a nutrição. Profundo defensor de dietas Low Carb.)

Então, como é essa dieta? É uma dieta cetogenica cíclica, ou CKD para breve. CKD basicamente significa que você alterna períodos de carboidratos baixo, alta proteína e gordura, com períodos de alto carbo, de alta proteína e baixa gordura.

A maioria do tempo você vai estar consumindo uma dieta baixa de carboidratos, com um período reservado a cada semana para carbing-up (carregar carboidratos). Isto não é para se divertir, existem verdadeiras razões científicas para isso, razões com implicações emocionantes para o fisiculturista.

AUMENTAR OS HORMÔNIOS ANABÓLICOS

Uma dieta que promove a síntese de hormônios é um sonho. Especificamente estamos falando:

Hormônio do crescimento (GH)

Testosterona

IGF-1

Tenho certeza de que tudo soa bem para você. Assim como você realmente monta uma dieta cetogênica cíclica?

Para a maioria do tempo você estará consumindo um elevado teor de gordura e proteína, e uma quantia baixa de carboidratos. Esta é intercalada com períodos menores onde se ingere alto carbo, alta proteína e baixo teor de gordura.

Existem variações sobre o IRC, mas a norma (e minha favorita) é da seguinte maneira:

5-6 dias de baixo carbo. 1-2 dias de alto carbo.


CARB UP

Dependendo de como você treina intenso, algumas pessoas podem achar que a sua performance na academia se deteriora no final da fase de baixo carbo. Neste caso, é altamente recomendável que você implemente um refeed no meio da semana, para reabastecer seus estoques de glicogênio muscular, onde terá um dia de alto carbo,alta proteína e baixa gordura, de preferência na quarta-feira.


A VANTAGEM DO LOW CARB

Quando você mantém os seus carbos suficientemente baixos, você muda o corpo para um metabolismo de gordura, o que é chamado de “Metabolic Switch”. Mudar de um metabolizador de carboidratos, para um metabolizador de gordura tem algumas vantagens reais para o fisiculturista:

Aumento da lipólise (quebra de gordura)

Diminuição da lipogênese (acúmulo de gordura corporal)

Este parâmetro metabólico normalmente leva cerca de 3 dias para ter efeito. Sintetizar as enzimas corretas, em quantidades suficientes para tornar-se um queimador de gordura leva um pouco de tempo. É por isso que alguns recém-chegados a dietas low carb podem sentir-se fracos e lentos no início.

Por favor, não confunda esse curto período para a dieta total; sua energia estará de volta em pouco tempo, e para algumas pessoas, maior do que nunca!


GH x INSULINA

Estes hormônios têm uma relação estranha. Parece que quando um está em abundância, o outro está longe de ser encontrado. Por isso, não quero níveis cronicamente elevados de insulina durante a maior parte da dieta.


GORDURA x TESTOSTERONA

Testosterona e gordura na dieta tem uma correlação positiva, ou seja, dietas de maior teor de gordura e colesterol (HDL) levam a maiores concentrações de testosterona circulante. Todos sabemos o quão importante é este hormônio para maximizar nossos ganhos musculares.


Conclusão:

Portanto, não há razão para não dar um presente pra si mesmo. Prepare-se para uma certa perda de peso inicial (de água), mas você vai colocá-la de volta com todos os refeeds de carboidratos. E além da água irá ganhar músculos sólidos e derreter gordura.

Este poderia ser o passo que você estava esperando. Leve seu jogo ao próximo nível, e dê adeus a essa gordura que teima em ficar aí! Basta querer!


Por Celso Araújo



Referências:

1. Alteration of the Lipid Composition of Rat Testicular Plasma Membranes by Dietary (n-3) Fatty Acids Changes the Responsiveness of Leydig Cells and Testosterone Synthesis1 Elena Sebokova2, Manohar L. Garg3, Antoni Wierzbicki, Alan B. R. Thomson* and M. Thomas Clandinin4 Nutrition and Metabolism Research Group, Department of Foods & Nutrition * Department of Medicine, University of Alberta, Edmonton, Alberta, Canada T6G 2C2

2. Effect of low-fat diet on female sex hormone levels. Ingram DM, Bennett FC, Willcox D, de Klerk N.University Department of Surgery, Queen Elizabeth II Medical Centre, Nedlands, Western Australia.

3. Am J Physiol Endocrinol Metab. 2007 Sep;293:E833-E842

4. Weight loss with a low-carbohydrate, Mediterranean, or low-fat diet. N Engl J Med 2008 Jul 17; 359:229.

5. Krauss, Ronald, et al. “Carbohydrate, Weight Loss, and Atherogenic Dyslipidemia.” American Journal of Clinical Nutrition 2006 May;83(5):1025-31.